segunda-feira, 27 de julho de 2009

CLUBE DE XADREZ BELO HORIZONTE_Por Nelson Castelo Branco Ferreira

Acesso em: 18:55 27/7/2009

Disponível em:



Clube de Xadrez Belo Horizonte: 66 anos de história
Por Nelson Castelo Branco Ferreira



No próximo dia 31 de janeiro

o Clube de Xadrez de Belo Horizonte

completará 66 anos.


Um dos clubes de xadrez

mais tradicionais

do país,


que tem em sua ata

de fundação

nomes políticos

de peso

como

Juscelino Kubistchek de Oliveira

e Gustavo Capanema;


além de ter sido freqüentado

por Eugênio Maciel German,

primeiro mestre internacional brasileiro;


Eduardo “Tampinha” Cotta;


Márcio “Pisca” Miranda,

ex-presidente

da Confederação Brasileira

de Xadrez;


José Roberto Freire Pimenta,

Jarbas de Carvalho Ladeira Filho,

hoje figuras proeminentes

do judiciário mineiro;


Ruilon Mont’Alverne Neto;


Alexandre de Castro;


os irmãos Entin,


Boris e Isaac;


Marcelo Arantes Komel;


Dr. José Nardelli Bemfica;


meu grande amigo

e mestre internacional

Wellington Rocha,

hoje morando em Dallas – USA;


Dr. Luiz de Castro e Souza,

um dos fundadores

e pessoa mais carismática

que conheci;


entre outros

que peço perdão

se esqueci

de citá-los.

O Clube de Xadrez

Belo Horizonte

que já teve

uma das melhores bibliotecas

de xadrez

do Brasil

com mais de dois mil volumes,


e que Paulo Alvimar Ferreira da Silva

e Ruilon Mont’Alverne Neto

contribuíram tanto

para sua formação,


sofre hoje como uma dívida

que não sabemos

se poderá ser saneada,


estando inclusive

com parte de sua sede própria

penhorada.

É com tristeza,

que eu,

desde a adolescência

freqüentando

o Clube de Xadrez Belo Horizonte,

vejo a indiferença

das autoridades enxadrísticas

de Minas

e do Brasil.


Talvez esteja aqui

cometendo uma injustiça

com o atual presidente

da Confederação Brasileira de Xadrez,

Sérgio de Freitas,

uma pessoa,

pelo que sei,

sensível

aos problemas

do xadrez brasileiro,


e que só esteja

tomando conhecimento

do fato

através

deste

artigo.

Atualmente

seu presidente

é Luiz Antônio Leite,

instrutor

e grande entusiasta

da nobre arte

de Caíssa.


Observo que ele

vem tentando

de todas as maneiras

resolver os problemas

que afligem

nossa comunidade

enxadrística.


Porém temo

que não consiga fazê-lo

sem a ajuda

de todos

que gostam

e faz do CXBH

sua segunda casa.

Por tudo que foi exposto,

conclamo

toda a comunidade enxadrística

do Brasil

e em especial a mineira,

ajudem

o Clube de Xadrez

Belo Horizonte

- uma das importantes

e bonitas páginas

da história do xadrez brasileiro

- a voltar aos seus dias

de glória.

Sobre o autor:

Nelson Castelo Branco Ferreira

tem 44 anos

e é contabilista.


Foi presidente

do Clube de Xadrez Belo Horizonte

e da Federação Mineira de Xadrez,


sendo freqüentador assíduo

do CXBH

desde 1976.


Aprendeu a jogar xadrez

no Colégio Anchieta,

hoje Faculdade Newton Paiva,

em Belo Horizonte/MG

com seu professor de física

em 1976

quando cursava

o 1º ano

do segundo grau.


Depois começou

a enfrentar

seu primo

amistosamente

e ficou conhecendo

o CXBH

tornando-se sócio

e freqüentador

desde então.


Disputou inúmeros torneios,


foi árbitro de vários outros eventos,


destacando-se

o Mundial Juvenil em Matinhos/PR 1994


e o Pan-americano da Juventude

em Blumenau/SC 1995.


Chefiou a equipe

que organizou

o Mundial da Juventude

em São Lourenço/MG

em outubro de 1995.


Atualmente

é o campeão

do Clube de Xadrez Belo Horizonte


e conquistou

o 7º lugar

na Final do Campeonato Mineiro

de 2005,

em Varginha.


Fones: (31)9164-3821 ou 3212-8376.

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